
Despe a tua sensualidade e vem para o palco
Vamos representar algo insensato e incoerente
Dar um nome a nossa poesia e inventar monólogos!
Entro em cena, divago um texto ao sabor do vento
Entro em cena, divago um texto ao sabor do vento
Palavras que se misturam com assobios e aplausos antecipados
Estou nua de mim, vontade de percorrer o teu corpo
Fazer desse chamamento a minha loucura!
Perco-me no monólogo, as letras estão salpicadas
Perco-me no monólogo, as letras estão salpicadas
Lágrimas de êxtase...Improviso o final!
Rasgo as folhas amarelas desfolhadas pelo tempo,
Corro presa a ti como se tentasse resgatar
A tua ausência
Quebro-me em mil pedaços
Quebro-me em mil pedaços
Estilhaços de vidros partidos
Cortam a nostalgia, despertando
O vazio de estar neste palco sem mim!





